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QUARTA-FEIRA, 15 DE ABRIL DE 2026

PODOLOGIA · SAÚDE DOS PÉS · BEM-ESTAR

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A SUA REFERÊNCIA INDEPENDENTE EM PODOLOGIA MODERNA

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Doenças

Pés chatos

Fascite plantar

Palmilhas

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Patologias do pé · Análise especializada

Por que é que os seus pés lhe causam dor… e o que o seu médico provavelmente nunca lhe disse

7 milhões de franceses sofrem de pés chatos. A grande maioria desconhece que pode tomar medidas — antes que a dor se torne permanente e irreversível.

Título

Autora: Dra. Emily Splichal, Podologista D.O. | 20 anos de experiência clínica

Data: 15 de abril de 2026

Talvez já lhe tenham dito que tem «pés chatos». Como se fosse apenas uma questão de forma.

Mas o pé não é apenas uma estrutura.
É um órgão sensorial.

A cada passo, os seus pés enviam informações ao seu cérebro.
Eles influenciam a sua estabilidade, o seu controlo motor e a sua postura.

Quando esta função é alterada, o corpo adapta-se.
Não são apenas os pés que compensam — é toda a cadeia de movimento.

 

Com o tempo, essas compensações podem manifestar-se noutras partes do corpo:
joelhos, ancas, região lombar.

Não se trata apenas de uma questão de arco.
Trata-se de uma questão de função.

 

As palmilhas ortopédicas podem ser úteis:
podem melhorar o conforto e alterar a distribuição da pressão.

Mas não substituem a capacidade do pé de sentir, reagir e adaptar-se ao solo.

Porque o objetivo não é apenas apoiar o pé.
É restaurar a sua função no movimento.

«Quanto mais nos conectamos com os nossos pés, mais notamos melhorias no equilíbrio e nos movimentos.»

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A reação em cadeia invisível que ninguém lhe explica

Eis o que realmente acontece no seu corpo a cada passo quando o arco do pé está ausente ou afundado:

O seu pé cai para dentro (pronação excessiva) — a cada passo

O seu tornozelo balança de forma anormal - entorses repetidas

A sua tíbia gira para dentro - tensões anormais no joelho

O seu joelho absorve pressões para as quais não foi concebido — osteoartrite precoce

A sua anca e as suas costas compensam constantemente - dores lombares crónicas

Multiplique isso por 8 000 passos por dia. 365 dias por ano. 

Durante 10, 15, 20 anos. São milhões de microtraumatismos acumulados. 

Silenciosos. Até ao dia em que deixam de o ser.

7M

Francês com pés chatos

60%

vão desenvolver dores crónicas após os 40 anos

20 anos

de deterioração silenciosa antes do diagnóstico

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A história da Sophie — 3 anos de sofrimento para nada

Sophie, uma enfermeira de 41 anos, sofria há três anos de dores crónicas nos joelhos. Já tinha consultado três especialistas diferentes. Cada um deles dava-lhe uma resposta diferente:

O QUE LHE DIZIAM

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  • O seu médico: «É artrose.»
  • O seu reumatologista: «É o seu peso.»
  • O seu fisioterapeuta: «São os seus músculos.»

A VERDADEIRA CAUSA

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  • Pés chatos acentuados, nunca tratados
  • Pronação excessiva desde a infância
  • 20 anos em pé 8 horas por dia — os joelhos a aguentar tudo

Na sua primeira consulta, pedi-lhe que andasse descalço. 30 segundos. Pés chatos graves. Pronação acentuada a cada passo. Joelhos visivelmente virados para dentro.

A FRASE QUE MUDOU TUDO

 

«Sabes que tens pés chatos?»
«Sim, desde sempre. Mas disseram-me que não era grave.»

Talvez não seja grave aos 15 anos. Mas aos 41, depois de 20 anos a ficar de pé 8 horas por dia, os joelhos pagavam o preço de uma década de compensação silenciosa.

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Palmilhas AERVUS.

A solução que oferece um conforto ideal no dia a dia.

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Os 3 erros que 90% das pessoas afetadas cometem
 

A verdade que ninguém lhe conta

ERRO N.º 1 — ACREDITAR QUE ISSO NÃO PODE SER CORRIGIDO

 

Não é possível recriar um arco plantar ausente. Mas é possível compensar mecanicamente a sua ausência. Um suporte bem concebido substitui exatamente a função que o arco deveria desempenhar: estabilização do tornozelo, absorção de choques e distribuição correta do peso. Não se trata de magia — trata-se de biomecânica aplicada.

 

ERRO N.º 2 — COMPRAR PALMILHAS NA FARMÁCIA

 

As palmilhas padrão são concebidas para o «pé médio». Os pés planos não são pés médios. Requerem um apoio específico do arco, um controlo da pronação excessiva e uma estabilização direcionada do retropé. As palmilhas genéricas de espuma não fazem nada disso — deformam-se com o peso do corpo em 2 a 3 semanas.

 

ERRO N.º 3 — ESPERAR SENTIR DOR PARA AGIR

 

O seu corpo compensa silenciosamente durante anos. Depois, um dia, tudo desaba. Diagnóstico de osteoartrite. Hérnia discal. Fasciite crónica. Nesta fase, trata-se de reparar os danos. Já não se trata de prevenir. A altura de agir é agora — não daqui a 5 anos.

A descoberta dos podólogos que muda tudo
 

Após acompanhar centenas de casos de fascite plantar ao longo de 15 anos de prática, uma evidência tornou-se evidente na comunidade podológica internacional:

 

A fáscia não consegue cicatrizar corretamente se a mecânica do pé continuar incorreta durante a marcha.

 

O protocolo que realmente funciona (validado pela investigação)

Os especialistas aplicam agora uma abordagem biomecânica em três eixos simultâneos:

 

Eixo n.º 1: Apoio arquitetónico do arco plantar

Um apoio ativo impede o afundamento do arco, que estica excessivamente a fáscia a cada passo.

Efeito medido: Redução da tensão na fáscia de 40 a 60% durante a caminhada (estudo biomecânico, Universidade de Boston, 2025).

É como passar de um elástico esticado a 100% para um elástico esticado a 40%. A pressão diminui drasticamente.

Antes / Depois

Eixo #2: Amortecimento direcionado do calcanhar

Uma almofada específica no ponto de inserção da fáscia (sob o calcanhar) absorve os impactos repetidos que causam microtraumatismos.

Efeito medido: até 45% de redução do impacto a cada contacto do calcanhar com o solo.

 

Eixo #3: Redistribuição dinâmica da pressão

Transferência inteligente da carga corporal para a parte dianteira e o meio do pé, aliviando assim a zona inflamada.

Resultado clínico combinado: A fáscia pode finalmente cicatrizar gradualmente, mesmo durante a caminhada diária.

 

É a diferença entre tentar reparar um carro enquanto se conduz (impossível) e repará-lo na oficina (lógico).

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O que os podólogos realmente recomendam
 

A correção biomecânica dos pés planos assenta em três pilares imprescindíveis. Qualquer solução que não os integre todos não lhe proporcionará resultados duradouros:

01

Suporte arquitetónico da abóbada

Um suporte que reproduz mecanicamente a função do arco do pé ausente — não é apenas uma almofada de conforto.

02

Estabilização do calcanhar

O calcâneo deve permanecer alinhado. Caso contrário, cada passo transfere uma torção para o joelho e a anca.

03

Redistribuição da pressão

O peso deve distribuir-se por toda a superfície da planta do pé — e não concentrar-se no arco interno colapsado.

04

Durabilidade dos materiais

Uma palmilha que se deforma em 3 semanas não corrige nada. Os materiais devem manter as suas propriedades durante 6 a 12 meses.

RESULTADO CLINICAMENTE COMPROVADO

 

As palmilhas biomecânicas devidamente concebidas reduzem a pronação excessiva em 40 a 65%. Este valor traduz-se diretamente numa redução das dores nos joelhos, ancas e costas.

As palmilhas AERVUS — 
por que se destacam
 

Depois de ter testado e recomendado inúmeras soluções no consultório, as palmilhas AERVUS são aquelas que mais frequentemente observo nos resultados clínicos dos meus pacientes. Eis porque é que elas integram os três pilares sem comprometer a qualidade:

Palmilha anatómica alta — Concebida para compensar a ausência de um arco natural, e não para realçar um arco já existente. Esta é a diferença fundamental em relação a uma palmilha de conforto padrão.

Concha estabilizadora do calcâneo — Mantém o calcâneo alinhado e impede a inclinação para dentro. Efeito direto: menos torção transmitida ao joelho a cada passo.

Materiais técnicos duradouros — Mantêm as suas propriedades biomecânicas durante 6 a 12 meses, contra 2 a 3 semanas no caso das espumas farmacêuticas convencionais.

Adaptação universal — Adaptam-se a todos os seus sapatos: de corrida, de cidade, de trabalho. Não é necessário ter sapatos específicos.

Garantia de 90 dias — Se não obtiver resultados após 6 semanas de utilização regular, será reembolsado na totalidade. Sem discussões.

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Os resultados da Sophie — semana a semana

SEMANA 1

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«Sinto que o meu pé está a funcionar de forma diferente. É surpreendente no início, mas não dói.»

SEMANA 3

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«Os meus joelhos incham muito menos depois dos turnos. Começo a acreditar nisso.»

SEMANA 6

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«Já consigo subir as escadas normalmente. Há três anos que não conseguia.»

6 MESES

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«O meu reumatologista não consegue acreditar. A osteoartrite estabilizou. As minhas dores praticamente desapareceram. Se soubesse há 10 anos que os meus pés eram os responsáveis, teria agido imediatamente.»

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O que dizem os outros utilizadores

★★★★★

«Tenho pés chatos desde a infância. Aos 35 anos, os meus joelhos deram o fora. Tive de deixar completamente o desporto. Após 6 semanas a usar os AERVUS, consigo ficar 10 horas de pé sem sentir dor. A diferença é inacreditável para mim.»

Marc D., 38 anos — Cozinheiro, Lyon

★★★★★

«As entorses repetidas obrigaram-me a deixar de correr. O meu podologista recomendou-me estas palmilhas. Os meus tornozelos estão finalmente estáveis. Voltei a correr há 4 meses — sem dor nem receio.»

Julie T., 29 anos — Professora de educação física, Bordéus

★★★★★

«Como enfermeira noturna, há anos que fazia turnos de 12 horas com dores nos pés e nas costas. Em três semanas, a diferença foi notável. Não me arrependo nem por um segundo.»

Isabelle R., 44 anos — Enfermeira, Toulouse

Palmilhas Conforto AERVUS

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Deve agir agora se:

Tem pés chatos — mesmo que não sinta dores neste momento (o processo de deterioração já está em curso)

Fica em pé mais de 4 horas por dia

Os seus pés ficam cansados ou inchados no final do dia

Os seus sapatos estão a desgastar-se de forma desigual (a parte interior está mais gasta)

Tem dores nos joelhos, ancas ou nas costas sem uma causa claramente identificada

Pratica algum desporto regularmente?

 

 

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Período de adaptação: 5 a 10 dias (é normal sentir uma diferença). 

Use-os durante todo o dia para obter a máxima eficácia.


 

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Dra. Emily Splichal 

Podologista norte-americana especializada em biomecânica e movimento.


A Dra. Splichal iniciou a sua carreira na cirurgia do pé, antes de evoluir para uma abordagem mais funcional e preventiva.
É a fundadora da EBFA Global.
Há mais de 10 anos que forma profissionais em todo o mundo sobre a relação entre o pé, a postura e o desempenho.
O seu trabalho centra-se no papel sensorial do pé no controlo do movimento e na saúde global.

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FONTES CIENTÍFICAS

  1. Journal of Orthopaedic Research (2024) — «Fascite plantar crónica:
         prevalência e fatores de risco»
  2. Revista Clínica de Medicina Desportiva (janeiro de 2025) — «Correção biomecânica 
         no tratamento da fascite plantar: um estudo prospetivo »
  3. Universidade de Boston, Departamento de Biomecânica (2025) — 
        «Efeito do apoio do arco na tensão da fáscia plantar»

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